Em barco batizado com o nome da filha, Samuel Albrecht estreia nos Jogos Olímpicos de Tóquio


Vitória, de 1 ano, inspira o pai a buscar medalha inédita para o Brasil na categoria Nacra 17 ao lado de Gabriela Nicolino. Primeira prova está prevista para as 2h35 desta quarta (28), horário de Brasília. Família de Samuel Albecht deseja sorte ao velejador gaúcho em Tóquio
Velejador e pai, como ele mesmo se define, Samuel Albrecht, 39 anos, estreia na madrugada desta quarta-feira (28), às 2h30 (horário de Brasília), nos Jogos Olímpicos de Tóquio, com um mantra em mente: “Vitória”.
É que este é o nome da filha caçula, de 1 ano de idade. Em homenagem à ela, foi batizado o catamarã esportivo da classe Nacra 17, que ele irá guiar com a carioca Gabriela Nicolino.
E vitória é o que a família e todos os brasileiros desejam, especialmente a filha Antônia — que também dá nome a outra embarcação, que ficou no Brasil.
“Corre a regatinha bem, por favor”, pede a menina de 4 anos.
Samuel Albrecht e a embarcação batizada com o nome da filha Vitória
Divulgação
Terceira participação olímpica
Atleta do Veleiros do Sul, clube náutico de Porto Alegre, Samuel é o timoneiro da embarcação. Ele vai para a terceira Olimpíada com a nova dupla, com quem é campeão sul-americano; bronze nos Jogos Pan-Americanos de Lima, em 2019; 5° colocado no Mundial da World Sailing, em 2018; e vice-campeão da Copa do Mundo de Vela, na etapa Miami, em 2019.
Nos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008, foi o proeiro na classe 470, ao lado de Fabio Pillar. A dupla terminou em 16° lugar.
Já nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016, ele representou o país pela primeira vez na Nacra 17 com a medalhista olímpica Isabel Swan, bronze em Pequim, e terminou na 10ª posição.
“O principal disso tudo é que é um trabalho a longo prazo. Não foi algo feito nesses últimos cinco anos. É um legado, principalmente para a nova geração da vela”, diz a esposa Daniela Gershenson.
Experiência familiar
Mais experiente, Samuca, como é conhecido o gaúcho de São Leopoldo, ingressou na vela com sete anos por influência do pai, o velejador Jorge Alberto Albrecht Filho. Aos oito, já competia na classe Optimist.
Em seu processo de formação, o atleta passou por diversas outras categorias, como Laser Radial, Laser Standard, Snipe, Soling, 49er, J24, J70 e Match Race. A experiência e a bagagem em diversos tipos de embarcações podem ser os diferenciais para trazer uma medalha inédita na categoria.
“A gente tem muito orgulho. A torcida está bem grande, enorme, e que tudo dê certo. Bons ventos”, deseja Daniela.
Samuel, Antônia, Vitória e Daniela
Arquivo Pessoal
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