IGP libera corpos das três crianças vítimas de incêndio em Porto Alegre


Polícia Civil aguarda entrega de laudo para prosseguir investigação. Hipótese é de que incêndio, ocorrido em 13 de maio, foi acidental. Mãe das crianças morreu oito dias após internação. Imóvel pegou fogo no dia 13 de maio, em Porto Alegre
Reprodução/RBS TV
O Instituto-Geral de Perícias (IGP) do Rio Grande do Sul concluiu os exames de DNA para o reconhecimento das vítimas de um incêndio ocorrido no dia 13 de maio em Porto Alegre. Os corpos das três crianças que morreram no ocorrido foram liberados para os familiares.
Morreram um bebê, de um mês de idade, e outras duas crianças, de 2 e 3 anos.
O incêndio atingiu o imóvel onde a família morava, no bairro Humaitá, na Zona Norte da Capital. A mãe das crianças morreu após permanecer oito dias internada no Hospital Cristo Redentor.
Os exames de DNA foram necessários devido ao estado dos corpos, informou o IGP. Não havia registros que possibilitassem o reconhecimento por digitais ou arcada dentária. Os laudos foram concluídos após coleta de material genético dos pais.
A delegada Laura Lopes, responsável pelas investigações na Polícia Civil, afirma que aguarda os documentos para conclusão do inquérito. A principal hipótese apurada é de que o incêndio foi acidental, informou a polícia no início do processo.
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Identificação
O processo de identificação por DNA, que leva de 15 a 30 dias em média, foi realizado em 10 dias, segundo a perícia. A análise foi acelerada porque técnicos do Laboratório de Genética Forense foram ao hospital coletar o material genético dos pais das crianças.
De acordo com o IGP, o Laboratório hoje não possui fila de espera, dando prioridade aos processos de identificação humana assim que eles são solicitados.
Equipe do Laboratório de Genética Forense do IGP
IGP/Divulgação
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