Aglomeração com 800 pessoas é dispersa em Porto Alegre, diz Guarda Municipal


Forças de segurança registraram concentração de público em pontos dos bairros Moinhos de Vento, Centro Histórico e Cidade Baixa. Não houve autuações. Maior ponto de aglomeração foi registrado no bairro Moinhos de Vento, em Porto Alegre
Giulian Serafim/PMPA/Divulgação
A Guarda Municipal de Porto Alegre dispersou, na madrugada deste domingo (23), uma aglomeração com aproximadamente 800 pessoas no bairro Moinhos de Vento. Segundo a corporação, o grupo se concentrou na Rua Padre Chagas.
Os estabelecimentos foram orientados a funcionar de acordo com o último decreto publicado pela prefeitura. Não houve necessidade de autuação, disse a Guarda.
Entre a noite de sábado (22) e o domingo, outros pontos de movimentação foram registrados pelas forças de segurança. No Centro Histórico, cerca de 200 pessoas estavam concentradas na Rua Fernando Machado. Elas foram orientadas a deixarem o local.
Já no bairro Cidade Baixa, na Rua José do Patrocínio, um bar foi denunciado por causa de uma aglomeração de pessoas que estavam em pé na calçada consumindo alimentos e bebidas. De acordo com a corporação, o bar funcionava dentro das normas constantes no alvará. As pessoas saíram da calçada.
Nas ruas da República e Lima e Silva, também na Cidade Baixa, houve a dispersão de 70 pessoas que estavam aglomeradas.
Denúncias
A Guarda Municipal afirma ter recebido denúncias de aglomeração e descumprimento das regras de distancimento em estabelecimentos dos bairros Arquipélago, Navegantes e Auxiliadora. Agentes foram aos locais, mas constataram que os pontos funcionavam dentro das normas permitidas.
A Capital e as cidades da Região Covid 10 adotaram protocolos próprios de enfrentamento à pandemia, conforme é permitido pelo estado no sistema 3 As de Monitoramento. Não é permitida a permanência de clientes em pé em bares e casas noturnas. Em eventos, o limite de público é de 150 pessoas.
No sábado, o governo do estado incluiu a região de Porto Alegre no nível de Aviso, o primeiro dos 3 As (Aviso, Alerta e Ação) do novo decreto. Segundo o Gabinete de Crise do Palácio Piratini, a Capital registra crescimento no número de casos de coronavírus para cada 100 mil habitantes e elevação na média móvel de sete dias das solicitações de leitos clínicos por síndrome gripal no sistema público.
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