Marcelo Queiroga diz que não há represamento de vacinas no Brasil

Em meio a reclamações do Rio de Janeiro e São Paulo sobre a falta de vacinas contra a Covid-19, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse neste domingo, 8, que não há represamento de imunizantes no Brasil. Segundo ele, os antígenos podem faltar eventualmente caso as secretarias locais não façam reserva de doses, mas não por falta de encaminhamento do Ministério da Saúde. Queiroga disse ainda que existem alguns municípios que só aplicam 70% das doses distribuídas, enquanto outros, como caso de Rio e São Paulo, que já aplicaram mais de 90% das vacinas entregues. No sábado, o secretario de Saúde da capital fluminense, Daniel Soranz, havia afirmado que a cidade podia suspender mais uma vez a campanha de vacinação caso não recebesse mais imunizantes. A pasta da Saúde, no enteando, anunciou que vai entregar mais 416 mil de doses ao Estado carioca. Já em São Paulo, o governador João Doria, ameaçou ir à Justiça para receber 228 mil doses da Pfizer que esperava na semana passada. Dois dias depois, Queiroga disse que representantes do governo federal e da secretaria tentariam chegar “a um denominador comum”. Neste domingo, o ministro citou novamente o assunto e disse que há divergência de cálculos dos técnicos do Ministério e da secretaria de Saúde de São Paulo.

*Com informações do repórter Victor Moraes

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