Intervalo de 10 ou 12 semanas entre as doses da vacina contra Covid? Entenda prazos definidos pela Secretaria da Saúde no RS


Regra que mudou aplicação vale para uma única remessa, distribuída em maio, das vacinas Pfizer e AstraZeneca. São duas semanas a menos do que era praticado anteriormente. Intervalo para outros lotes entregues ao estado será discutido pela Comissão Intergestores Bipartite (CIB). Frascos das vacinas Pfizer, CoronaVac, AstraZeneca e Janssen, aplicadas em Porto Alegre
Cristine Rochol/PMPA/Divulgação
No dia 12 de julho, a Secretaria Estadual da Saúde (SES) do Rio Grande do Sul anunciou a redução de 12 para 10 semanas no intervalo entre as aplicações das vacinas Pfizer e AstraZeneca contra a Covid-19. A medida só vale para 378.530 doses, cerca de 83% da 16ª remessa, de imunizantes entregues pelo estado aos municípios, em maio. Veja abaixo documento da SES.
O intervalo entre as doses após o fim dessa remessa está fixado, atualmente, em 12 semanas, voltando ao que era antes, conforme noticiou a SES na quarta-feira (21). Contudo, o prazo pode ser rediscutido.
Porto Alegre, por exemplo, afirma ter doses dessa remessa ainda em estoque. Isso permite completar a imunização de quem tomou a primeira dose em maio dentro do prazo de 10 semanas. Quando o lote terminar, o município irá aguardar nova recomendação da SES.
Calendário de vacinação nas principais cidades do RS
Veja quem pode se vacinar em Porto Alegre
Intervalo entre as doses, conforme SES:
AstraZeneca: 10 semanas (apenas lote entregue em maio)
Pfizer: 10 semanas (apenas lote entregue em maio)
CoronaVac: duas a quatro semanas
Janssen: dose única
Segundo a SES, uma nova redução do intervalo depende da quantidade de doses de Pfizer e AstraZeneca destinadas ao RS futuramente. O tema será discutido na próxima reunião da Comissão Intergestores Bipartite (CIB), que congrega governo do estado e municípios. Ainda sem data definida.
Documento da CIB que determina redução de intervalo para apenas uma remete
Reprodução
A Secretaria da Saúde afirma que o retorno para as 12 semanas teria sido um pedido do Conselho das Secretarias Municipais de Saúde (Cosems).
A entidade divulgou nota explicando não ter solicitado um novo aumento do intervalo. O Cosems disse ser favorável à manutenção do intervalo reduzido, “desde que a proposta seja apresentada em Reunião de CIB” e que sejam garantidas doses “em quantidade suficiente para que os municípios possam cumprir esse intervalo”.
“Considerando que não foi apresentado pelo estado proposta e nem sequer colocado em discussão, o retorno do intervalo de 10 a 12 semanas para a última remessa de doses apresentada em reunião de CIB no dia 20 de julho, e que nos causa surpresa ser veiculado na mídia que a solicitação tenha sido manifestada pelo COSEMS”, afirmou.
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