Polícia Científica faz mapeamento com escâner em 3D no local do acidente que matou sete pessoas em Parapuã


Batida entre ônibus e caminhão foi na Rodovia Assis Chateaubriand (SP-425). Tráfego de veículos foi interrompido nos dois sentidos por cerca de meia hora na tarde desta terça-feira (22). Polícia Científica realizou, na tarde desta terça-feira (22), o mapeamento do local do acidente entre um ônibus e o caminhão, em Parapuã, com um escâner em 3D
Murilo Zara/TV Fronteira
A Polícia Científica realizou, na tarde desta terça-feira (22), o mapeamento do local do acidente entre um ônibus e um caminhão no km 385,2 da Rodovia Assis Chateaubriand (SP-425), em Parapuã (SP). Na batida, na noite desta segunda-feira (21), sete pessoas morreram e outras 32 ficaram feridas.
Para a realização do trabalho, o tráfego de veículos foi interrompido nos dois sentidos da rodovia por cerca de meia hora. A equipe utilizou um escâner em 3D. O equipamento foi recém-adquirido pelo Instituto de Criminalística e faz o mapeamento da cena total do acidente.
Com esse trabalho, a perícia vai ter acesso a imagens com detalhes de toda a área do acidente, e isso pode ajudar no levantamento de provas e de indícios do caso que não tenham sido percebidos pelo perito no momento em que ele esteve no local fotografando.
Este equipamento fica em Bauru (SP) e a equipe de Tupã (SP) realizou os trabalhos de mapeamento 3D.
Polícia Científica realizou, na tarde desta terça-feira (22), o mapeamento do local do acidente entre um ônibus e o caminhão, em Parapuã, com um escâner em 3D
Murilo Zara/TV Fronteira
O ônibus de linha regular com placas de Pelotas (RS) iniciou viagem em São Félix do Xingu, no Pará, e seguia para Carazinho, no Rio Grande do Sul.
Apurações iniciais da Polícia Civil indicam a presença de um pneu de caminhão na pista, que pode ter sido a causa da batida. “O que foi apurado até o momento é que o ônibus invadiu a pista do caminhão, possivelmente devido a um pneu de um outro caminhão que estava na pista”, explicou o delegado da Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Tupã, Roberto José Fernandes Bonfim
O trecho da rodovia é de pista simples e havia marcas no asfalto que podem ter sido provocadas pelo pneu apontado como causador do acidente.
No caminhão, estavam dois irmãos, que seguiam como motorista e ajudante. Eles foram identificados como Donizete Alexandre dos Santos, de 30 anos, e Bartogaleno Alexandre dos Santos, de 33 anos, ambos moradores de Lucélia (SP). O mais novo conduzia o veículo. Os dois morreram.
No ônibus, estavam dois motoristas e 39 passageiros, entre adultos, adolescentes e crianças. O condutor que dirigia o coletivo morreu, enquanto o outro motorista ficou ferido. Dos 39 passageiros, quatro morreram, quatro crianças saíram ilesas e as outras 31 vítimas tiveram ferimentos.
A interrupção do fluxo de veículos causou um congestionamento entre 2 a 3 quilômetros nos dois sentidos durante o mapeamento na tarde desta terça-feira (22).
A rodovia já foi liberada.
Sobreviventes
De acordo com a Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo, os 36 sobreviventes do acidente foram levados para “hospitais de referência do interior do Estado”.
Desse total, 22 tiveram alta hospitalar após melhora clínica. “Os 14 restantes seguem internados, sendo seis na Santa Casa de Osvaldo Cruz [SP], quatro na Santa Casa de Tupã, três no Hospital das Clínicas de Marília [SP] e um na Santa Casa de Marília”, informou a secretaria estadual.
A pasta ainda confirmou que sete pessoas “faleceram devido à gravidade clínica, antes mesmo de dar entrada nos serviços de saúde”.
“A Secretaria de Estado da Saúde se solidariza com as famílias das vítimas e segue em contato com os hospitais para apoio e monitoramento dos casos”, finalizou o Estado.
Polícia Científica realizou, na tarde desta terça-feira (22), o mapeamento do local do acidente entre um ônibus e o caminhão, em Parapuã, com um escâner em 3D
Murilo Zara/TV Fronteira
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