Bolsonaro entrega proposta de novo Bolsa Família à Câmara dos Deputados

O presidente Jair Bolsonaro foi pessoalmente à Câmara dos Deputados, nesta segunda-feira, 9, entregar ao presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), a medida provisória (MP) do novo Bolsa Família, que prevê um valor mínimo 50% superior ao atual, que é de aproximadamente R$ 200. Ainda não há definição sobre o novo valor, mas a parcela deve girar em torno de R$ 300. O novo programa social será chamado de “Auxílio Brasil”. O compromisso não constava da agenda oficial do chefe do Executivo federal, que estava acompanhado dos ministros da Casa Civil, Ciro Nogueira; da Economia, Paulo Guedes; da Cidadania, João Roma; da Secretaria de Governo, Flávia Arruda; da Secretaria-Geral da Presidência, Luiz Eduardo Ramos; da Educação, Milton Ribeiro; do Trabalho, Onyx Lorenzoni; do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno; do líder do PSL na Câmara, Vitor Hugo (GO) e de seu filho, o senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ). Ainda hoje, o governo enviará a PEC dos precatórios, que, se aprovada, deve abrir espaço para o reajuste do benefício social.

“São duas propostas – agora a MP e mais tarde uma PEC – que, basicamente, visa dar transparência e responsabilidade aos gastos, aí incluindo o viés social do nosso governo, muito debatido com a ministra Flávia, ministro Ciro e ministro João Roma. A pandemia trouxe inflação para o mundo todo, não podemos deixar desassistidos os mais vulneráveis. É uma proposta mínima de 50% para o Bolsa Família, agora o Auxílio Brasil. A equipe econômica, com muita responsabilidade, vem adotando, a inserção dessas pessoas no mercado de trabalho, com muita responsabilidade, como tem sido feito desde que o Paulo Guedes assumiu o timão da economia, em 2019. Agradeço ao velho amigo Arthur Lira pelo acolhimento e pela celeridade, tendo em vista a oportunidade e a exigência que o momento assim deseja. Todos estão de parabéns, é um tratamento cada vez mais harmonioso e produtivo entre Executivo e Legislativo”, disse Bolsonaro. Lira, por sua vez, afirmou que o Congresso “se debruçará rapidamente sobre essa MP”, a fim de “fazer o melhor dentro do possível economicamente”. “A Casa ansiava por isso. A pandemia deixou os mais vulneráveis muito expostos ao processo inflacionário, ao aumento das commodities, do preço dos combustíveis, o ramo de serviços que prejudicam e atacam aqueles que vivem próximos à linha da pobreza. O Congresso se debruçará rapidamente sobre essa MP, vai se dedicar a fazer o melhor dentro do possível economicamente, mas com o cunho de responsabilidade elevado. Essa matéria tem urgência, assim como a PEC dos precatórios, que tem que ser apreciada antes do envio da proposta do orçamento, para que haja previsibilidade e uma perenidade nas ações do Executivo para o ano de 2022”, destacou.

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