Avanço da vacinação reflete no crescimento de demanda de voos domésticos

Um dos termômetros da economia o mercado de aviação começa a mostrar sinais de recuperação. Os voos domésticos tem comprovado este retorno gradual. Depois do forte abalo devido a pandemia do coronavírus, quando os viajantes ficaram em casa na fase mais aguda, especialmente em 2020, a retomada das viagens tem sido esperada ansiosamente. Esse reflexo tem sido visto nos terminais, tanto é que a demanda por voos domésticos cresceu 19,2% em junho, diante de maio. A oferta também registrou alta de 21% na mesma comparação, segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). No mercado internacional, a procura indicou elevação de 25,2%, em contrapartida os assentos ofertados apontaram retração de 2,7%. As viagens a trabalho já chegaram a quase metade dos níveis pré-pandemia, enquanto as de lazer ou particulares ainda estão em ritmo um pouco mais lento.

O presidente da Associação Brasileira de Agências de Viagens Corporativas, Gervásio Tanabe acredita numa recuperação mais robusta a partir de setembro com o avanço da vacinação e cita os Estados Unidos como exemplo. “A vacinação é um ponto muito importante para a aviação comercial. Nós temos o exemplo dos Estados Unidos onde, na medida em que a vacinação foi aumentado, foi aumentando também o número de passageiros. É isso que nós esperamos aqui no Brasil, especificamente por volta de setembro. E com a vacinação, naturalmente abrindo-se escritórios, eventos corporativos, vai fazer com que a aviação comece a reaquecer, com certeza”, disse Tanabe. O presidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas, Eduardo Sanovicz avalia que a demanda internacional ocorrerá num segundo passo. “Uma retomada gradual, mais constante, até o final do ano no mercado doméstico. Portanto, já no primeiro trimestre do ano que vem, nós avaliamos que o conjunto do mercado doméstico vai estar no ar. No mercado internacional, o desafio ainda é um pouco mais complexo e nós só devemos retomar toda amalha internacional entre 23 e 24”, analisou. O que muita gente quer é voltar o mais rápido possível a viajar. Não vê a hora de entrar no clima de um aeroporto, quando aparece aquele friozinho na barriga e aquela ansiedade para entrar num avião e conhecer novos destinos.

*Com informações de Daniel Lian

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