Aprenda a alugar seu imóvel em Porto Alegre de maneira segura

Confira nossas seis dicas antes de colocar um imóvel para locação. (Foto: Freepik)

Leia essas dicas e esteja preparado para colocar suas casas para alugar em Porto Alegre o mais rápido possível, de forma segura e menos burocrática. Confira!

1 – Escolha uma imobiliária que invista em marketing:

Até marketing digital! Ao anunciar sua propriedade com uma imobiliária, é importante entender as formas de divulgação, abordagens e publicidade com as quais você trabalha. Afinal, são esses requisitos que tornarão as vendas rápidas ou não.

2 – Observe o valor proposto:

Existem muitos critérios para determinar o preço final de uma propriedade. É imprescindível que um especialista tenha conhecimento e esteja sempre atualizado. Assim, o especialista analisa o todo para determinar o real potencial do seu imóvel. Para atingir o valor final do imóvel, é necessário refletir as tendências de demanda do consumidor (seja ela alta ou baixa para o perfil da empresa), sua localização e especificidades, como reforma, manutenção, vista, acabamento, idade, piso, etc.

Este é o primeiro passo para selecionar o perfil de locador ideal para o seu imóvel, mostrar todos os prós e contras e justificar o valor sugerido, assim não terá problemas futuros.

3- Uma boa apresentação:

Você conhece a frase “a primeira impressão permanece”? No mercado imobiliário vale muito a pena! Geralmente o homem é muito visual. Entrando em uma casa ou apartamento limpo, reformado, sem rachaduras e goteiras, com uma imagem atual e bem cuidada, a pessoa já está um pouco mais perto do lugar! Portanto, deixe sua propriedade em perfeitas condições em todas as visitas. Lide também com problemas internos da sua empresa, como elétricos e hidráulicos. E mais: preste atenção a pisos soltos, ladrilhos quebrados e acabamentos.

Por fim, vale a pena investir mais tempo na produção de fotos promocionais. Além de limpar bem o espaço, não economize cliques: tire fotos de todos os lados, compare luzes, crie ambientes diferentes e abuse da criatividade! Por fim, mostre todas as vantagens do local à venda. Isso o ajudará com seu marketing e diretamente durante uma locação bem-sucedida.

4 – Lei de aluguel:

Lembre-se das regras da lei de locação, pois ela tem impacto direto sobre os proprietários. Entre as condições, o proprietário garante a entrega do imóvel nas condições de uso e é responsável por corrigir os problemas e defeitos antes da locação.

5 – Ser capaz de negociar:

Leve em consideração que atualmente existem muitos imóveis disponíveis para alugar. Portanto, os futuros inquilinos podem escolher e ser muito seletivos. Seja flexível e negocie: tanto ao nível do valor da renda, como dos termos do contrato, do tipo de garantia e até da data de entrega das chaves.

Outra coisa é certificar-se com seu corretor de que seu anúncio está de acordo com o padrão do imóvel e também em relação à região em que está localizado. Além disso, peça pesquisas sobre propriedades perto de você e entenda as diferenças entre uma listagem e a outra.

Fuja do paradigma de que o último inquilino pagou uma determinada quantia. Seu imóvel foi diferente, o ano foi diferente, e lembre-se que neste mercado tudo muda muito rápido, principalmente os valores. Embora casas, apartamentos e terrenos tendam a crescer a cada ano, também há casos (e há vários) de desvalorização. O ideal é se concentrar em dados e fatos reais, em vez de se limitar à história.

6 – Garantias:

Continuando com o tópico 4, mas com mais detalhes, não deixe que os termos da sua garantia o impeçam de alugar o seu imóvel. De novo: não se atenha ao que aconteceu! Não porque você tinha um inquilino que tinha muito trabalho para manter todo mundo assim. Atue com as garantias habituais e procure explicar ao futuro inquilino que se trata de condições que garantem o bem-estar de ambas as partes. Dê a ele a opção da melhor garantia, como estas:

Fiador:

O método mais tradicional é a fiança. Fiador é a pessoa que garante que as obrigações do inquilino sejam reembolsadas, quando o inquilino não as cumpre e apresenta o seu nome como fiança. Para que uma pessoa seja considerada fiador, é necessário apresentar diversos documentos, por exemplo, o fiador (s) que são casados ​​na comunidade, também deve apresentar toda a documentação do cônjuge, além de comprovante de rendimentos que possa custear as despesas.

A principal exigência, porém, é que a fiança seja proprietária de imóvel pago em seu próprio nome, inclusive no mesmo município do imóvel a ser locado.

Seguro fiança:

Essa é uma opção oferecida pelas seguradoras para quem não tem fiança. A fiança é o segundo tipo mais comum de garantia de aluguel em Porto Alegre. Por ser o mais seguro para o locador, pois, além do aluguel, inclui todas as obrigações do aluguel (multas, taxas, danos ao imóvel, mandato de rescisão, pintura interior e / ou exterior).

Porém, nem todas as seguradoras oferecem este tipo de seguro e está associado a um custo elevado, que pode chegar a 3% do valor do aluguel anual e deve ser renovado a cada ano. Além disso, o locatário também deve comprovar renda estável com capacidade de pagar aluguel e seguro e ter a aprovação de empréstimo de uma seguradora.

Depósito Caução:

A terceira alternativa é o depósito, que consiste no pagamento do equivalente a três meses de aluguel acrescido das taxas da caderneta de poupança. Este valor é reembolsado ao arrendatário ao final do prazo do arrendamento, acrescido de juros e reajuste do prazo, em caso de saldo devedor o arrendador fará a dedução do valor a ser reembolsado. No entanto, este método é o menos aceito, pois existe o risco de o locatário não pagar mais de 3 meses e o locador perder a ação.

Título de capitalização:

A quarta forma é um título de capitalização, que ainda é uma margem “fortalecida”. Mas isso deve ser feito por uma empresa especializada e o valor do título pode ser determinado pelo proprietário, mas no caso de um aluguel, é geralmente o equivalente a doze vezes o aluguel mais taxas. Em caso de inadimplência, a própria empresa será responsável pela propositura e acompanhamento do sinistro.

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